Bichectomia em Pinheiros, São Paulo
Uma cirurgia que remove parte da gordura das bochechas, indicada caso a caso — para quem morde a mucosa com frequência ou sente que o volume das bochechas pesa no conjunto do rosto — e conduzida como toda cirurgia: com planejamento, anestesia e um pós-operatório acompanhado.
Dr. Wanier Aniceto · CRO/SP 39.605 · clínica de família em Pinheiros desde 1989 · avaliações no Google. O orçamento é apresentado por escrito na avaliação.
Resumo
A bichectomia é a cirurgia que remove parte da bola de Bichat, a gordura das bochechas, por dentro da boca, para quem morde a mucosa com frequência ou sente que o volume pesa no rosto. Na Aniceto, é realizada pelo Dr. Wanier Aniceto. Como a gordura retirada não volta, a indicação é conservadora e definida em avaliação presencial.
O que é
A bichectomia é a remoção cirúrgica de parte da bola de Bichat, uma gordura localizada na região das bochechas, entre os músculos da mastigação. Feita por dentro da boca, sem cortes externos, ela reduz o volume da parte baixa das bochechas e pode contribuir para um contorno facial mais definido. Em alguns casos, também ajuda quem morde a mucosa das bochechas com frequência ao mastigar — a indicação funcional da cirurgia. É um procedimento cirúrgico, de pequeno porte, com pós-operatório próprio.
Para quem é indicado
Pode ser indicada para quem sofre com mordidas frequentes na parte interna das bochechas, ou para quem sente que o volume das bochechas pesa no conjunto do rosto. Como cada face tem proporções próprias — e como a gordura removida não volta —, nem todo rosto se beneficia: em pessoas magras, ou com o envelhecimento, a perda de volume tende a acentuar um aspecto encovado, e a indicação é conservadora por isso. É a avaliação presencial que define se a bichectomia faz sentido para você, e ela diz quando não faz.
Como funciona na Aniceto
Na Aniceto, a bichectomia é realizada pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), cirurgião-dentista com formação em cirurgia bucomaxilofacial e atuação na técnica. É uma cirurgia, ainda que de pequeno porte: acontece no centro cirúrgico ambulatorial da própria clínica — estrutura com fluxo laminar, filtragem absoluta de ar e salas de recuperação pós-anestésica —, com anestesia local ou, conforme o caso, sedação consciente, e tem pós-operatório com inchaço, alimentação adaptada e retornos marcados. Tudo isso é conversado no planejamento, antes da data, junto com os riscos e com o que a cirurgia não faz.
Como é a avaliação
A avaliação é presencial: começa por uma conversa — o que incomoda, se há mordidas frequentes na bochecha, o que você espera — e segue com o exame do rosto de frente e de perfil, da boca e da mordida, e com fotografias de documentação, que ficam no seu prontuário. O Dr. Wanier avalia a quantidade de gordura na região, a estrutura óssea e a espessura da pele, porque é esse conjunto, e não só o volume, que define se a remoção faz sentido.
Você sai da consulta sabendo se o caso é cirúrgico, o que a cirurgia envolve — anestesia, incisões, recuperação, riscos — e o que ela não muda. O plano e o orçamento são apresentados na própria consulta, por escrito; a decisão é sua e não é tomada no mesmo dia.
- Documento com foto e, se tiver, o cartão do convênio.
- Lista de medicamentos em uso, principalmente anticoagulantes e anti-inflamatórios.
- Doenças de base e cirurgias anteriores, inclusive procedimentos estéticos no rosto.
- Se você já tratou a mordida da bochecha de outra forma, conte: isso ajuda a indicação.
Como é a recuperação
O pós-operatório é o de uma cirurgia dentro da boca: inchaço nas bochechas, que costuma aumentar até o segundo ou terceiro dia e ceder na sequência, algum desconforto para abrir a boca e mastigar nos primeiros dias, e pontos na parte interna das bochechas, reabsorvidos ou retirados em retorno. Compressa fria, cabeceira elevada, alimentação fria ou morna e pastosa e a medicação prescrita fazem parte da rotina, assim como a higiene da boca com a técnica ensinada pela equipe.
O contorno da região só se define quando o inchaço cede por completo, o que leva semanas a meses — o rosto nas primeiras semanas não mostra o desfecho da cirurgia. O retorno às atividades é gradual e combinado nos retornos; esforço físico e alimentos duros são os últimos a voltar. Febre, dor que aumenta depois do terceiro dia, inchaço que piora ou sangramento que não para pedem contato com a equipe — é para isso que você sai da cirurgia com um telefone.
- Primeiro dia: compressa fria, repouso relativo, alimentação fria e pastosa.
- Primeira semana: higiene cuidadosa da boca, medicação como prescrita, sem esforço físico e sem fumo.
- Retorno marcado para avaliar a cicatrização e os pontos.
- Semanas seguintes: o inchaço cede aos poucos; revisões até a região estar estável.
Riscos, contraindicações e o que a cirurgia não faz
Bichectomia é cirurgia, e cirurgia tem risco — conversado antes, nunca depois. Os mais comuns são passageiros: inchaço, hematoma, desconforto ao abrir a boca. Os menos frequentes incluem infecção, sangramento, assimetria entre os lados, lesão do ducto da glândula parótida, que passa perto da região, e alteração temporária de sensibilidade ou de movimento na bochecha, por ramos do nervo facial que também passam ali. Cada um deles tem conduta definida, e a anatomia da região é o motivo de a cirurgia pedir quem a conhece.
Há situações em que a bichectomia é adiada ou desaconselhada: infecção ativa na boca, doenças de base descompensadas, fumo no período de cicatrização, rosto magro ou com pouca gordura na região — em que a remoção acentuaria o aspecto encovado com o tempo — e expectativas que a cirurgia não pode atender. A remoção é irreversível, e a gordura retirada não volta; por isso, na dúvida, a indicação é não operar, e a avaliação diz isso com clareza.
- A bichectomia não trata flacidez, papada nem o contorno da mandíbula — para isso há outras avaliações.
- O envelhecimento reduz naturalmente a gordura do rosto; a indicação considera como a região tende a ficar em dez ou vinte anos, não só hoje.
- Medicações em uso, principalmente anticoagulantes, entram no planejamento.
- O fumo interfere na cicatrização da mucosa; reduzir ou parar nas semanas que envolvem a cirurgia é parte do tratamento.
Perguntas frequentes
A bichectomia deixa cicatriz no rosto?
A incisão é feita por dentro da boca, na parte interna das bochechas, por isso não há cortes externos. A cicatrização da mucosa é acompanhada nos retornos pós-operatórios.
Como é a recuperação?
Na maioria dos casos, há um período de inchaço e desconforto que tende a diminuir ao longo dos primeiros dias, com orientações de repouso, higiene e alimentação; os pontos ficam por dentro da boca. O contorno só se define quando o inchaço cede por completo, ao longo de semanas. O tempo de recuperação varia de pessoa para pessoa e é detalhado na avaliação.
Qualquer pessoa pode fazer bichectomia?
Não. A quantidade de gordura na região e as proporções de cada rosto variam muito, e a remoção é irreversível, por isso a indicação é definida em avaliação, caso a caso, considerando estética e função — e há rostos em que a resposta é não operar.
Bichectomia é harmonização orofacial?
Não. A bichectomia é uma cirurgia, realizada na Aniceto pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), cirurgião-dentista com formação em cirurgia bucomaxilofacial. Os procedimentos de harmonização orofacial — toxina botulínica, preenchimento, bioestimulador de colágeno — não são cirúrgicos e ficam com a Dra. Valeria Aniceto (CRO/SP 48.080), especialista em harmonização orofacial. Na avaliação, o que incomoda em você define qual caminho se aplica.
A bichectomia é reversível?
Não. A gordura retirada não se refaz, e é por isso que a indicação é conservadora: a quantidade removida é planejada para cada rosto, e há rostos em que a remoção não é indicada porque, com o envelhecimento, acentuaria um aspecto encovado.
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