Blefaroplastia em Pinheiros, São Paulo
A cirurgia das pálpebras, superiores e inferiores
Excesso de pele que pesa sobre os olhos, bolsas sob as pálpebras: a blefaroplastia é a cirurgia que trata as pálpebras — planejada caso a caso, com avaliação presencial e uma conversa franca sobre o que ela faz e o que não faz.
O que é
A blefaroplastia é a cirurgia das pálpebras. Na pálpebra superior, remove o excesso de pele — e, quando indicado, uma pequena quantidade de gordura — que se acumula com o tempo e pesa sobre os cílios. Na pálpebra inferior, trata as bolsas formadas pela gordura que se projeta sob os olhos, removendo-a ou reposicionando-a, com ou sem retirada de pele. Pode ser feita só nas superiores, só nas inferiores ou nas quatro pálpebras, conforme a avaliação. É uma cirurgia de pele e de gordura: não trata olheiras escuras, manchas nem a qualidade da pele, e não muda a posição das sobrancelhas.
Para quem é indicado
Costuma ser indicada para adultos que percebem a pele da pálpebra superior sobrando, encostando nos cílios ou dando ao olhar um aspecto cansado, e para quem tem bolsas sob os olhos que não mudam com sono ou descanso. Em parte dos casos, o excesso de pele na pálpebra superior chega a atrapalhar o campo de visão lateral — uma queixa funcional, não só estética. A indicação depende de exame presencial: sobrancelha baixa, olho seco, doenças oculares e a expectativa de cada pessoa entram na conversa, e há situações em que o caminho é outro, ou é não operar.
Como funciona na Aniceto
Na Aniceto, a blefaroplastia é realizada pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), cirurgião-dentista especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Tudo começa por uma avaliação presencial, com exame das pálpebras, da posição das sobrancelhas e da pele, fotografias de documentação e a revisão da sua saúde e das medicações em uso; quando indicado, uma avaliação médica pré-operatória e exames complementam o planejamento. A cirurgia acontece em ambiente hospitalar ou centro cirúrgico adequado, conforme a indicação, com anestesia local e sedação consciente ou anestesia geral — esta sempre em ambiente hospitalar, com médico anestesiologista. O acompanhamento segue em retornos marcados, do primeiro dia à retirada dos pontos e às revisões seguintes.
Pálpebras superiores e inferiores
Na pálpebra superior, a incisão fica na dobra natural da pálpebra, onde a pele se recolhe com o olho aberto; por ela, retira-se a faixa de pele em excesso e, se houver, o pequeno acúmulo de gordura no canto interno. Quando a queixa é de pálpebra pesada mas o exame mostra a sobrancelha baixa, a indicação muda — pode ser o lifting de sobrancelha, sozinho ou combinado —, porque operar só a pálpebra nesse caso pode acentuar a queda.
Na pálpebra inferior, o acesso pode ser por dentro da pálpebra, sem corte na pele (via transconjuntival), quando o problema é só a bolsa de gordura, ou por uma incisão logo abaixo dos cílios, quando também há pele sobrando. A gordura é removida ou reposicionada para suavizar o degrau entre a pálpebra e a bochecha. Qual das duas vias se aplica ao seu caso é definido no exame, e não antes dele.
Olheiras: quando não é caso de cirurgia
Olheira é um nome para situações diferentes: o escurecimento da pele sob os olhos, uma depressão no sulco entre a pálpebra e a bochecha, ou a sombra que uma bolsa projeta. A blefaroplastia trata a bolsa e o excesso de pele. O escurecimento e a perda de volume sob os olhos não se tratam com cirurgia, e sim, quando indicado, com preenchimento ou bioestimulador de colágeno — procedimentos de harmonização orofacial, conduzidos na Aniceto pela Dra. Valeria Aniceto (CRO/SP 48.080), especialista em harmonização orofacial. Na avaliação, a causa da olheira é examinada antes de qualquer indicação, e há casos em que o caminho combina as duas coisas, em momentos diferentes.
Como é a avaliação
A avaliação é presencial: diagnóstico e indicação cirúrgica não se fazem por foto ou mensagem. Ela começa por uma conversa — o que incomoda, desde quando, o que você espera — e segue com o exame das pálpebras, da posição das sobrancelhas, da pele e do fechamento dos olhos, além de fotografias de documentação, que ficam no seu prontuário. Se você usa lentes de contato, tem olho seco, já operou os olhos ou trata glaucoma ou outra doença ocular, isso entra no planejamento e pode pedir a avaliação do seu oftalmologista antes da cirurgia.
Com o exame em mãos, o Dr. Wanier explica se o caso é de pálpebra superior, inferior ou de ambas, se a sobrancelha baixa participa do problema — o que muda a indicação — e o que a cirurgia pode e não pode fazer pelo seu caso. O plano e o orçamento são apresentados na própria consulta, por escrito; a decisão é sua e nunca é tomada no mesmo dia.
- Documento com foto e, se tiver, o cartão do convênio.
- Lista de medicamentos em uso, principalmente anticoagulantes, ácido acetilsalicílico e suplementos.
- Exames e laudos oftalmológicos recentes, se houver, e a receita dos óculos ou das lentes de contato.
- Doenças de base e cirurgias anteriores, inclusive procedimentos estéticos no rosto.
Como é feita a cirurgia
O ambiente e a modalidade de anestesia são definidos no planejamento: ambiente hospitalar ou centro cirúrgico adequado, conforme a indicação; anestesia local com sedação consciente ou anestesia geral — esta sempre em ambiente hospitalar, com médico anestesiologista. As marcações são feitas com você sentado, antes da anestesia, porque a pele das pálpebras se comporta de um jeito de pé e de outro deitado. As incisões são fechadas com pontos muito finos; a duração varia com o número de pálpebras operadas e com a técnica. Na maioria dos casos, a alta acontece no mesmo dia, com um acompanhante.
Como é a recuperação
Os primeiros dias são de inchaço e roxos ao redor dos olhos, que aumentam até o segundo ou terceiro dia e cedem na sequência; compressas frias, cabeceira elevada para dormir e a medicação prescrita fazem parte da rotina. É comum sentir os olhos pesados, secos ou lacrimejando e ter dificuldade para fechar as pálpebras por completo nos primeiros dias — o que é esperado e acompanhado, com colírios e pomadas quando indicados.
Os pontos são retirados em retorno na primeira semana. Maquiagem, lentes de contato, exercício físico e exposição ao sol voltam de forma gradual, cada um liberado em consulta; a cicatriz passa por uma fase avermelhada antes de clarear, ao longo de meses, e pede protetor solar. O afastamento do trabalho é estimado no planejamento, conforme a sua atividade — nenhum prazo é prometido, todos são acompanhados.
- Primeiro dia: compressa fria, cabeceira elevada, repouso relativo, sem esforço.
- Primeira semana: higiene das pálpebras com a técnica ensinada, medicação como prescrita, sem maquiagem e sem lentes de contato.
- Retorno para a retirada dos pontos e para avaliar o fechamento dos olhos.
- Dor forte, sangramento, inchaço que cresce de repente ou qualquer alteração da visão pedem contato imediato com a equipe.
Riscos, contraindicações e o que a cirurgia não faz
Blefaroplastia é cirurgia, e os riscos são explicados antes de qualquer decisão. Os mais comuns são passageiros: inchaço, roxos, olho seco ou lacrimejamento, sensibilidade à luz, dificuldade temporária para fechar as pálpebras. Menos frequentes: hematoma, infecção, cicatriz mais visível ou espessa, assimetria entre os lados, pálpebra inferior que se afasta do olho (ectrópio ou retração) e a necessidade de um retoque. O sangramento atrás do olho é uma complicação rara e grave, que exige atendimento imediato — é por isso que você sai da cirurgia com um telefone da equipe e com orientações por escrito.
Há situações em que a cirurgia é adiada ou desaconselhada: olho seco importante, doenças oculares ou da tireoide em atividade, doenças de base descompensadas, uso de anticoagulantes sem ajuste com o seu médico, fumo no período de cicatrização e expectativas que a cirurgia não pode atender — ela não apaga olheiras, não trata rugas finas nem muda a posição das sobrancelhas, e não interrompe o envelhecimento. Quando a indicação é outra, ou é não operar, a avaliação diz isso com clareza.
- Converse sobre todas as medicações e suplementos que você usa; alguns interferem na coagulação.
- Doenças dos olhos em tratamento pedem a avaliação do seu oftalmologista antes da cirurgia.
- O fumo interfere na cicatrização; reduzir ou parar nas semanas que envolvem a cirurgia é parte do tratamento.
- Sobrancelha baixa, olheira escura e rugas finas são tratadas de outras formas — a avaliação diz quais.
Quem faz a sua cirurgia
A avaliação, a cirurgia e os retornos são conduzidos pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), cirurgião-dentista formado em 1989, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, implantodontia e prótese dentária, com mestrado profissional em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial em andamento na Faculdade São Leopoldo Mandic. Quem examina é quem opera e quem acompanha, na mesma equipe, em Pinheiros.
Quando o caso envolve cuidado médico — a anestesia geral, sempre em ambiente hospitalar, uma doença de base, uma condição dos olhos —, o trabalho acontece em parceria com o médico anestesiologista, com o seu oftalmologista e com o seu médico. Os procedimentos não cirúrgicos ao redor dos olhos — preenchimento, bioestimulador de colágeno, toxina botulínica — são da Dra. Valeria Aniceto (CRO/SP 48.080), especialista em harmonização orofacial.
Perguntas frequentes
Blefaroplastia deixa cicatriz?
Toda incisão na pele deixa cicatriz. Na pálpebra superior ela fica na dobra natural, que se recolhe com o olho aberto; na inferior, logo abaixo dos cílios ou por dentro da pálpebra, sem corte externo, conforme a técnica. A cicatriz passa por uma fase mais visível nos primeiros meses e clareia com o tempo, com os cuidados de proteção solar orientados nos retornos.
A cirurgia é feita na clínica ou em hospital?
Depende da indicação e da modalidade de anestesia definida no planejamento: em ambiente hospitalar ou em centro cirúrgico adequado. A anestesia geral, quando indicada, é sempre feita em ambiente hospitalar, com médico anestesiologista. O local do seu caso é definido com você na avaliação, antes da data.
Blefaroplastia resolve olheiras?
Não por si só. A cirurgia trata bolsas e excesso de pele; o escurecimento da pele sob os olhos e a perda de volume no sulco entre a pálpebra e a bochecha são tratados, quando indicado, com preenchimento ou bioestimulador de colágeno na harmonização orofacial, com a Dra. Valeria Aniceto (CRO/SP 48.080). A avaliação examina a causa da olheira antes de indicar qualquer caminho.
Quanto tempo leva a recuperação?
Varia de pessoa para pessoa. O inchaço e os roxos são maiores nos primeiros dias e cedem ao longo das semanas seguintes; os pontos saem na primeira semana, e as atividades voltam de forma gradual, liberadas em cada retorno. O afastamento previsto para o seu caso é estimado no planejamento, não prometido.
Preciso passar pelo oftalmologista antes?
Em parte dos casos, sim: olho seco, glaucoma, cirurgias oculares anteriores ou qualquer doença dos olhos em tratamento pedem a avaliação do seu oftalmologista antes da cirurgia. O Dr. Wanier orienta isso na consulta, e a cirurgia só é marcada com o pré-operatório concluído.
A blefaroplastia pode ser feita junto com outra cirurgia?
Em casos selecionados, sim — com o lifting de sobrancelha, quando a sobrancelha baixa é parte do problema, ou com o lifting facial. Também há casos em que a sobrancelha é a causa e a pálpebra em si não precisa ser operada. Cada combinação tem indicação própria, definida no exame; a página de lifting facial descreve cada uma delas.
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