Enxerto ósseo para implante dentário em Pinheiros
Reconstruir o osso para receber o implante
Quando a maxila ou a mandíbula perdeu volume, o enxerto ósseo pode devolver a base necessária para instalar implantes — planejado com tomografia, feito em etapas e comparado, na avaliação, com as alternativas que dispensam a reconstrução.
O que é
O enxerto ósseo é um procedimento cirúrgico que repõe osso onde ele faltou — em altura, em espessura ou nos dois —, para que a região volte a ter volume suficiente para receber um implante. O material pode ser osso do próprio paciente, retirado de outra região da boca, ou um biomaterial de origem animal ou sintética, muitas vezes combinado a uma membrana que protege a área enquanto o osso novo se forma. Há técnicas diferentes para situações diferentes: o levantamento do seio maxilar, para os dentes de trás da arcada superior; a regeneração óssea guiada, para ganhos menores de espessura; e o enxerto em bloco, para perdas maiores.
Para quem é indicado
Costuma ser indicado para quem perdeu osso depois de extrações antigas, de doença periodontal, de anos de dentadura ou de um trauma, e deseja um implante na região. É comum na arcada superior, onde o seio maxilar tende a ocupar o espaço do osso perdido, e na região da frente, onde a espessura importa para a estética. Nem todo caso com pouco osso precisa de enxerto: implantes inclinados, como na prótese protocolo, e implantes zigomáticos são alternativas que a avaliação compara com você, com base na tomografia.
Como funciona na Aniceto
Na Aniceto, o enxerto ósseo é planejado e realizado pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), cirurgião-dentista com formação em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, implantodontia e prótese dentária — o que permite planejar a reconstrução já pensando no implante e na prótese que virão depois. A tomografia define onde falta osso e quanto; com base nela, a técnica e o material são escolhidos. O procedimento acontece em estrutura cirúrgica própria, dentro da clínica, com anestesia local na maior parte dos casos e outras modalidades conversadas no planejamento. Em situações selecionadas, o implante pode ser instalado na mesma cirurgia; em outras, ele vem depois da integração do enxerto.
Quando o enxerto é indicado — e quando não é
O enxerto é o caminho quando a região do implante está fina ou baixa demais, mas a reconstrução tem boa chance de devolver o volume necessário — perdas localizadas, seio maxilar expandido, espessura insuficiente na região da frente. Nesses casos, ele permite instalar o implante na posição ideal para a prótese, e não apenas onde o osso remanescente permite.
Há outros caminhos. Quando a perda é extensa, especialmente na maxila, reconstruir pode exigir mais etapas e mais tempo do que aproveitar o osso que existe com implantes inclinados ou ancorar o implante fora da região reabsorvida, no osso zigomático. Fumo, diabetes descompensado e algumas medicações também pesam na decisão, porque interferem na cicatrização. A avaliação coloca os caminhos lado a lado e explica os prós e os contras de cada um para o seu caso.
Como é a avaliação
A avaliação é presencial e parte de uma conversa sobre a sua história — quando e por que os dentes foram perdidos, o que já foi tentado — e de um exame clínico. O passo decisivo é a tomografia computadorizada, que mostra o osso em três dimensões e mede, milímetro a milímetro, o que existe e o que falta; se você já tem uma tomografia recente, ela costuma ser aproveitada. Com o exame em mãos, o Dr. Wanier apresenta os caminhos para o seu caso, com as etapas e os cuidados de cada um, e o orçamento é apresentado na própria consulta.
- Documento com foto e, se tiver, o cartão do convênio.
- Tomografia, radiografias e laudos recentes, mesmo que feitos para outro profissional.
- A prótese ou dentadura que você usa hoje, se houver.
- Lista de medicamentos em uso e de doenças ou cirurgias anteriores.
- Um plano de tratamento anterior, se houver.
Etapas: do enxerto ao implante
Na cirurgia, a região é preparada, o material de enxerto é posicionado e, quando indicado, coberto por uma membrana; se o osso vier do próprio paciente, ele é retirado na mesma sessão, de uma área da boca escolhida no planejamento. Depois vem o período de integração, em que o organismo converte o enxerto em osso vivo — o tempo varia com a técnica, o material e a resposta de cada pessoa, e é acompanhado em retornos.
Concluída a integração, uma nova imagem confirma o volume obtido e o implante é instalado. Em casos selecionados, as duas etapas acontecem na mesma cirurgia. Da instalação do implante em diante, o caminho é o de qualquer implante dentário: integração, prótese e acompanhamento periódico.
Perguntas frequentes
Enxerto ósseo dói?
O procedimento é feito com anestesia, e o pós-operatório costuma envolver inchaço e desconforto nos primeiros dias, controlados com a medicação prescrita e orientações de repouso e alimentação. A intensidade varia com a extensão do enxerto e é detalhada na avaliação.
De onde vem o osso do enxerto?
Pode ser osso do próprio paciente, retirado de outra região da boca, ou um biomaterial de origem animal ou sintética — muitas vezes os dois combinados. A escolha depende do volume a repor e da técnica indicada, e é explicada no planejamento.
Quanto tempo entre o enxerto e o implante?
Varia com a técnica, o material e a resposta de cada organismo; em alguns casos o implante é instalado na mesma cirurgia. O prazo do seu caso é definido no planejamento e confirmado por imagem antes da etapa seguinte.
O enxerto pode não pegar?
Pode acontecer de o enxerto não integrar por completo. Fumo, higiene, doenças de base e o cuidado no pós-operatório influenciam a resposta, e é por isso que o acompanhamento é próximo. Se necessário, o planejamento é revisto com você.
Existe alternativa ao enxerto?
Em muitos casos, sim: implantes inclinados, como na prótese protocolo, e implantes zigomáticos aproveitam o osso que existe sem reconstruir. A tomografia e a avaliação clínica definem qual caminho é o indicado para você.
Avaliação presencial
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Atendemos pacientes de fora de São Paulo. Se você já tem exames de imagem ou um plano de tratamento de outro profissional, traga-os à consulta: a avaliação é sempre presencial, com exame clínico — é assim que a equipe consegue conversar com você sobre as alternativas para o seu caso. Diagnóstico e plano de tratamento não são feitos por foto, mensagem ou envio de exames.
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