Próteses dentárias em Pinheiros, São Paulo
Fixa ou removível, sobre dentes ou implantes: a prótese devolve estética e mastigação com um plano feito para você.
Dr. Wanier Aniceto · CRO/SP 39.605 · clínica de família em Pinheiros desde 1989 · avaliações no Google. Quanto custa? O que define o valor →
Resumo
A prótese dentária é feita sob medida para substituir um, vários ou todos os dentes: fixa ou removível, sobre dentes, gengiva ou implantes. Na Aniceto, as próteses dentárias são conduzidas pelo Dr. Wanier Aniceto, que define com você o tipo indicado depois da avaliação. Vale procurar cedo: o espaço vazio muda o osso e os dentes vizinhos.
O que é
A prótese dentária é um dispositivo feito sob medida para substituir um ou mais dentes ausentes — ou todos eles. Pode ser fixa ou removível, apoiada em dentes naturais, na gengiva ou em implantes. Mais do que recompor o sorriso, ela recupera a função de mastigar e falar com conforto — e ajuda a manter no lugar os dentes vizinhos, que tendem a se inclinar para um espaço que fica vazio por muito tempo.
Para quem é indicado
Para quem perdeu um, vários ou todos os dentes e quer voltar a mastigar, falar e sorrir com naturalidade. Também atende quem já usa prótese e sente incômodo, folga ou desgaste na peça atual, e quem tem dentes comprometidos demais para ficar na boca e precisa planejar o que vem depois da extração. O tipo indicado para cada pessoa é definido em avaliação: o número de dentes ausentes, o osso e a gengiva disponíveis, a saúde geral e a rotina pesam na escolha.
Como funciona na Aniceto
Na Aniceto, a reabilitação com próteses é conduzida pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), especialista em prótese dentária, com atuação em reabilitação oral e prática clínica desde 1989. Depois da avaliação, definimos juntos o tipo de prótese indicado para o seu caso — entre fixas, removíveis e próteses sobre implantes. Cada peça passa por etapas de moldagem ou escaneamento, prova e ajustes finos até chegar ao encaixe e à estética planejados, e o acompanhamento continua depois da entrega, com revisões periódicas e os ajustes que a boca pede ao longo do tempo.
Tipos de prótese
Não existe uma prótese para todos os casos: existe a que cabe no número de dentes que faltam, no osso e na gengiva que você tem e na rotina que você leva. A primeira divisão é entre removível — a peça sai da boca para a higiene e para dormir — e fixa, que só o dentista remove. A segunda é o apoio: dentes naturais, a própria gengiva ou implantes instalados no osso.
Os tipos mais comuns estão abaixo. Cada caminho tem indicações, etapas e cuidados próprios, detalhados nas páginas de prótese fixa, prótese protocolo e implante dentário.
- Prótese total, a dentadura: substitui todos os dentes de uma arcada e se apoia na gengiva e no osso sob ela. É removível e costuma ser o caminho quando não há dentes nem indicação de implantes.
- Prótese parcial removível: repõe alguns dentes e se prende aos que restam por grampos ou encaixes. Sai da boca para a limpeza e depende da saúde dos dentes que a seguram.
- Prótese fixa sobre dentes: a coroa, que recobre um dente desgastado, fraturado ou tratado com canal, e a ponte, que repõe um ou mais dentes apoiando-se nos vizinhos, preparados como pilares.
- Prótese sobre implantes, para um dente, para vários ou para a arcada inteira: a coroa e a ponte sobre implantes, a prótese protocolo — a dentadura fixa, parafusada sobre quatro ou mais implantes — e a overdenture, removível, que se encaixa sobre implantes por um sistema de clique e ganha estabilidade em relação à dentadura comum.
Quando procurar
Muita gente adia a prótese porque o espaço fica atrás, onde ninguém vê, ou porque a dentadura antiga "ainda vai". A boca, porém, não espera: os dentes vizinhos inclinam para o espaço vazio, o dente de cima ou de baixo desce ou sobe em busca de contato, a mastigação passa a ser feita de um lado só e o osso da região sem dente vai diminuindo. Quanto antes a avaliação, mais caminhos costumam estar abertos.
Alguns sinais indicam que é hora de marcar uma consulta:
- Um ou mais dentes ausentes — por extração, fratura ou perda —, mesmo que não incomodem hoje.
- Dificuldade para mastigar alimentos mais duros, ou o hábito de mastigar só de um lado da boca.
- Mudança na fala depois de perder dentes ou de começar a usar uma prótese: sons que saem diferentes, principalmente o "s" e o "f".
- Prótese ou dentadura frouxa, que se movimenta ao falar ou ao comer, ou que só fica no lugar com adesivo.
- Feridas, pontos doloridos ou gengiva avermelhada sob a prótese, sobretudo se não cicatrizam em poucos dias.
- Mau cheiro ou gosto ruim que a escovação não resolve — sinal de que a prótese, a gengiva ou os dentes que restam precisam de revisão.
- Prótese quebrada, trincada ou com os dentes gastos, ou uma coroa ou ponte que soltou.
- Lábios e bochechas "afundados", ou a sensação de que o rosto mudou desde que os dentes foram perdidos.
Como é a avaliação
A avaliação é presencial e começa por uma conversa: quais dentes faltam e desde quando, o que você usa hoje, o que incomoda — comer, falar, sorrir — e o que você espera da prótese. Em seguida vem o exame clínico da boca: os dentes que restam e a condição de cada um, a gengiva, o osso sob ela, a mordida e, quando há prótese em uso, como ela se apoia e onde machuca.
A radiografia panorâmica faz parte da avaliação: mostra as raízes, o osso e o que não aparece no exame clínico, como restos de raiz e infecções silenciosas. Quando a prótese sobre implantes entra na conversa, a tomografia computadorizada mede o osso disponível em altura e espessura. A moldagem ou o escaneamento digital das arcadas registra a forma da boca e serve de base para o planejamento e para a confecção da peça.
Com os exames em mãos, o Dr. Wanier explica o que está acontecendo e apresenta os caminhos possíveis para o seu caso — removível ou fixa, sobre dentes ou sobre implantes —, com as etapas, os cuidados e os limites de cada um. O plano de tratamento e o orçamento são apresentados por escrito, na própria consulta; a decisão é sua, com calma. Cárie, gengiva inflamada e raízes que precisam ser removidas são tratadas antes da prótese, para que ela se apoie em uma boca saudável.
Adaptação e cuidados no dia a dia
Toda prótese nova pede um período de adaptação, que varia de pessoa para pessoa. Nos primeiros dias é comum sentir a peça "grande" na boca, salivar mais e estranhar a fala; a dentadura, em especial, pede que a língua, os lábios e as bochechas aprendam a segurá-la. Alimentos macios, cortados em pedaços pequenos, mastigação dos dois lados e leitura em voz alta costumam ajudar. Pontos que machucam são corrigidos em consulta — não lixe nem conserte a prótese em casa.
Depois da adaptação, o cuidado é diário. A prótese removível sai da boca para a limpeza, com escova própria e sabão neutro ou o produto indicado — a pasta de dente comum risca a resina —, e passa a noite fora da boca, em água ou na solução recomendada, para a gengiva descansar. A boca também precisa de higiene: gengiva, língua e os dentes que restam, com atenção aos que seguram os grampos. A prótese fixa e a prótese sobre implantes são limpas na boca, com escova, fio ou fita e, quando indicado, escova interdental ou irrigador oral.
As revisões periódicas fazem parte do tratamento. A boca muda com o tempo — o osso sob a dentadura diminui, a gengiva se acomoda, os dentes da prótese se desgastam —, e a peça precisa de ajustes, de reembasamento ou, em algum momento, de substituição. É nessas consultas que a equipe verifica o encaixe, os pontos de pressão, a saúde da gengiva e, nas próteses sobre implantes, o estado dos parafusos e dos encaixes.
- Removível: tirar para dormir, limpar com escova própria e sabão neutro, guardar em água ou na solução indicada.
- Fixa e sobre implantes: escovação, fio ou fita e escova interdental sob a ponte ou a barra, como a equipe ensina na entrega.
- Em todos os casos: escovar gengiva, língua e dentes remanescentes e voltar às revisões na frequência combinada.
- Prótese que machuca, folga ou quebra pede consulta — adesivo não corrige um encaixe que mudou, e o conserto caseiro costuma piorar o ajuste.
O que levar à consulta
A primeira consulta rende mais quando você chega com o histórico na mão. Mesmo uma prótese antiga, quebrada ou que você já não usa ajuda: ela mostra o que funcionou, o que machucou e de onde partir.
- A prótese ou dentadura que você usa hoje — e a anterior, se ainda a tiver.
- Radiografias, tomografias e laudos recentes, mesmo que feitos para outro profissional.
- Lista de medicamentos em uso e de doenças ou cirurgias anteriores — diabetes, osteoporose e anticoagulantes entram no planejamento.
- Documento com foto.
- Suas dúvidas anotadas: o que incomoda hoje, o que você espera e o que já ouviu de outros profissionais.
Perguntas frequentes
Prótese fixa ou removível: como saber a indicada para mim?
Depende do número de dentes ausentes, do suporte ósseo, da saúde da gengiva e da sua rotina. Essas condições são analisadas na avaliação, e a indicação é construída junto com você.
A prótese fica parecida com dentes naturais?
Os materiais atuais permitem reproduzir cor, formato e translucidez dos dentes, e cada peça é planejada para o seu rosto e o seu sorriso. O resultado é acompanhado de perto durante as provas e ajustes.
Quem já usa prótese removível pode trocar por uma sobre implantes?
Em muitos casos, sim — próteses apoiadas em implantes podem trazer mais estabilidade a quem usa peças removíveis, quando há indicação. A viabilidade é confirmada com exames de imagem e avaliação clínica.
Quanto tempo leva para me acostumar com a prótese nova?
Varia de pessoa para pessoa e com o tipo de prótese: a peça fixa costuma pedir menos tempo; a dentadura, um pouco mais, porque a língua, os lábios e as bochechas precisam aprender a segurá-la. Alimentos macios, mastigação dos dois lados e leitura em voz alta ajudam nas primeiras semanas. Pontos que machucam são ajustados em consulta, não em casa.
A dentadura precisa sair para dormir?
A orientação habitual é retirar a prótese removível à noite, para a gengiva descansar e para reduzir inflamação e o acúmulo de fungos sob a peça. Ela fica fora da boca, limpa, em água ou na solução indicada pela equipe. Quem tem dificuldade com isso conversa com o dentista: há situações em que a orientação é individualizada.
Minha dentadura ficou frouxa. Preciso trocar?
Nem sempre. O osso sob a dentadura diminui com o tempo e a peça perde apoio; muitas vezes um reembasamento — uma nova camada de resina na parte interna — devolve o encaixe. Quando os dentes da prótese estão gastos ou a base já foi ajustada várias vezes, a troca é o caminho. A avaliação diz qual é o seu caso, e também se vale conversar sobre implantes para estabilizar a prótese.
Dá para colocar a prótese no mesmo dia da extração?
Em casos selecionados, sim — é a prótese imediata, planejada antes da extração e instalada na mesma sessão, para que você não fique sem dentes. Ela é provisória: a gengiva e o osso mudam durante a cicatrização, e a peça precisa de reembasamentos e, depois, de uma prótese definitiva. A indicação é definida na avaliação.
O que é overdenture, e em que ela é diferente do protocolo?
As duas são próteses totais sobre implantes. A overdenture é removível: encaixa sobre dois ou mais implantes por um sistema de clique, ganha estabilidade em relação à dentadura comum e sai para a higiene e para dormir. O protocolo é fixo, parafusado sobre os implantes, e só o dentista o remove. Osso disponível, higiene, rotina e expectativa pesam na escolha, feita com você na avaliação.
Preciso de implante para ter uma prótese fixa?
Não necessariamente. Quando os dentes vizinhos ao espaço têm raízes e suporte saudáveis, uma ponte fixa pode se apoiar neles; quando não há dentes de apoio, ou para não desgastá-los, o implante é o caminho. A avaliação compara as duas opções para o seu caso, com a radiografia em mãos.
Quanto tempo dura uma prótese dentária?
Não há prazo fixo. Depende do tipo de prótese, do material, da higiene, da mordida e de hábitos como ranger os dentes. As revisões periódicas identificam o desgaste e os ajustes necessários, e é nelas que o dentista indica quando é hora de reparar ou substituir a peça.
Avaliação presencial
Agende sua avaliação presencial
Atendemos pacientes de fora de São Paulo. Se você já tem exames de imagem ou um plano de tratamento de outro profissional, traga-os à consulta: a avaliação é sempre presencial, com exame clínico — é assim que a equipe consegue conversar com você sobre as alternativas para o seu caso. Diagnóstico e plano de tratamento não são feitos por foto, mensagem ou envio de exames.
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