Aniceto Odontologiadesde 1989

Extração de siso (terceiro molar) em Pinheiros, São Paulo

O dente que chega por último e nem sempre encontra lugar

Dor atrás do último dente, gengiva inchada, comida que entala, boca que abre menos: o siso costuma avisar quando não tem espaço. Nem todo siso precisa sair — esta página explica quais sintomas merecem avaliação, quando a extração é indicada e como é o procedimento na clínica.

O que é

O siso é o terceiro molar, o último dente de cada lado das arcadas, que costuma aparecer entre os 17 e os 25 anos. Como chega por último, muitas vezes já não encontra espaço: fica preso no osso ou sob a gengiva (o siso incluso), nasce pela metade (semi-incluso) ou nasce deitado, empurrando o dente vizinho. A extração é a remoção cirúrgica desse dente — às vezes simples, como a de qualquer molar, às vezes com abertura da gengiva e divisão do dente em partes, conforme a posição que a radiografia mostra.

Para quem é indicado

É indicada quando o siso causa ou tende a causar problema: dor e inflamações que voltam, cárie no siso ou no dente ao lado, bolsa de gengiva que não cicatriza, cisto associado ao dente que não nasceu, reabsorção da raiz vizinha ou falta de espaço que compromete o tratamento ortodôntico. Também é avaliada antes de tratamentos que pedem uma boca estável, como próteses e implantes. Quando o siso nasceu bem posicionado, é possível escová-lo e não dá sinais de problema, ele pode ser apenas acompanhado — e é isso que a avaliação diz.

Como funciona na Aniceto

A avaliação e a cirurgia são conduzidas pelo Dr. Wanier Aniceto (CRO/SP 39.605), especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, implantodontia e prótese dentária. Tudo começa pelo exame clínico e pela radiografia panorâmica; quando o siso está próximo do nervo da mandíbula ou do seio maxilar, a tomografia computadorizada mostra essa relação em três dimensões e orienta a técnica. A cirurgia acontece no centro cirúrgico ambulatorial da própria clínica — com fluxo laminar, filtragem absoluta de ar e salas de recuperação pós-anestésica —, com anestesia local ou, para quem tem muito medo ou vai remover vários sisos na mesma sessão, com sedação consciente acompanhada por médico anestesiologista. Você sai com a medicação prescrita, as orientações por escrito e o retorno marcado.

Sintomas que costumam ser do siso

O siso raramente dói sozinho: a dor quase sempre vem da gengiva inflamada ao redor dele, da cárie que se formou num ponto impossível de escovar ou da pressão sobre o dente vizinho. Vale marcar uma avaliação quando aparece:

  • Dor ou pressão atrás do último dente, de um lado ou dos dois, que vai e volta.
  • Gengiva inchada, vermelha ou dolorida sobre um dente que nasceu só pela metade, às vezes com gosto ruim na boca.
  • Comida que entala sempre no mesmo lugar, no fundo da arcada.
  • Dificuldade para abrir a boca por completo, dor ao engolir ou inchaço no rosto perto do ângulo da mandíbula.
  • Dor de ouvido ou dor de cabeça do mesmo lado, sem causa identificada pelo médico.
  • Dente da frente do siso sensível, com cárie na face de trás — a região que a escova não alcança.
  • Nenhum sintoma, e uma radiografia de rotina que mostra o siso deitado ou preso no osso.

Quando a extração é indicada — e quando não é

A conduta nasce do exame e da imagem, não da idade nem do hábito. Estas são as situações em que a remoção costuma ser indicada:

  • Inflamações de repetição na gengiva ao redor do siso, com dor, inchaço ou pus.
  • Cárie no siso, ou na face de trás do dente vizinho, sem condição de restauração duradoura.
  • Siso incluso associado a cisto ou a reabsorção da raiz do dente ao lado — achados que costumam vir da radiografia, antes de qualquer dor.
  • Siso deitado ou preso que impede a higiene da região e mantém a bolsa de gengiva inflamada.
  • Indicação da ortodontia, quando o siso interfere no plano do aparelho ou na estabilidade do resultado.
  • Preparo para prótese, implante ou cirurgia ortognática, quando o siso atrapalha a etapa seguinte.

Quando o siso pode ficar

Extrair não é regra. Um siso que nasceu por completo, encaixa na mordida, é possível escovar e não mostra cárie, inflamação nem alteração na imagem pode ser acompanhado em consultas de rotina, com radiografia periódica. Nesses casos, a avaliação termina com um plano de acompanhamento, e isso é dito com todas as letras.

Também há situações em que a extração é adiada ou reprogramada: infecção aguda a tratar primeiro, gravidez, doenças de base descompensadas ou medicações que pedem conversa com o seu médico antes da cirurgia. Nada disso impede o tratamento — muda a ordem das etapas, e a avaliação explica por quê.

Como é a consulta e a cirurgia na Aniceto

A consulta é presencial e começa por uma conversa: o que dói, desde quando, o que já foi feito, como é a sua saúde geral e que medicações você toma. Depois vêm o exame da boca e a radiografia panorâmica — e a tomografia, quando a imagem sugere proximidade com o nervo da mandíbula ou com o seio maxilar. Se você já tem exames recentes, traga-os: eles costumam ser aproveitados.

Com a imagem em mãos, o Dr. Wanier mostra a posição de cada siso, explica a técnica indicada, o tempo previsto de cirurgia, a modalidade de anestesia e os cuidados do pós-operatório. O plano de tratamento e o orçamento são apresentados na própria consulta, por escrito; a cirurgia é marcada depois, com calma. No dia, você chega acompanhado se for usar sedação consciente, e fica na sala de recuperação até a equipe liberar a alta.

  • Documento com foto.
  • Radiografias, tomografia e laudos recentes, mesmo que feitos para outro profissional.
  • Lista de medicamentos em uso e de doenças ou cirurgias anteriores.
  • O contato de quem vai acompanhar você, se a sedação consciente for indicada.

A recuperação, dia a dia

O inchaço costuma aumentar até o segundo ou terceiro dia e ceder na sequência; a boca também abre menos nesse período, e isso é esperado. A maioria das pessoas volta às atividades leves em poucos dias, com a medicação prescrita e as orientações por escrito que você recebe na alta. O retorno para avaliar a cicatrização e remover os pontos, quando existem, já sai marcado.

Nos primeiros dias, o que ajuda é simples: compressa fria no rosto no primeiro dia, alimentação fria ou morna e macia, higiene cuidadosa da região e repouso relativo. E o que atrapalha também: bochechar com força, usar canudo, fumar, fazer esforço físico e ficar sem comer. A equipe fica disponível por telefone se algo fugir do combinado — febre, sangramento que não para, dor que aumenta depois do terceiro dia ou inchaço que piora em vez de ceder.

  • Primeiro dia: compressa fria, repouso, alimentação fria e macia, nada de bochechos vigorosos.
  • Do segundo ao terceiro dia: o inchaço tende ao ponto máximo e começa a ceder; siga a medicação como prescrita.
  • Durante a semana: escovação suave na região, sem fumo e sem esforço físico; a alimentação vai voltando ao normal conforme o conforto.
  • Retorno marcado: a equipe avalia a cicatrização e remove os pontos, quando houver.

Depois do siso: o que mais a avaliação enxerga

A consulta do siso é, muitas vezes, a primeira vez que alguém olha a boca inteira com uma imagem na mão. Por isso ela costuma revelar outras coisas — um dente vizinho com cárie escondida, uma raiz residual antiga, um espaço de dente perdido há anos que já reduziu o osso, um caso que pede aparelho antes de qualquer outra etapa. Nada disso vira pacote: cada achado é explicado, e você decide o que fazer e quando.

Quando o dente que falta não é o siso, a conversa muda de página: um molar perdido pode ser reposto com implante, e o planejamento parte do osso que sobrou. Estas são as áreas mais próximas desta consulta:

Perguntas frequentes

A extração do siso dói?

A cirurgia é feita com anestesia local, que age durante todo o procedimento; para quem tem muito medo ou vai remover vários sisos na mesma sessão, existe a opção de sedação consciente com médico anestesiologista. No pós-operatório, desconforto e inchaço são esperados nos primeiros dias e costumam ser controlados com a medicação prescrita. A equipe acompanha a recuperação nos retornos e fica disponível por telefone.

Quanto tempo leva a cirurgia e quanto tempo dura a recuperação?

O tempo de cirurgia varia com a posição do dente: um siso que já nasceu sai em poucos minutos; um siso incluso e deitado exige mais etapas. O inchaço costuma aumentar até o segundo ou terceiro dia e ceder depois, e a maioria das pessoas retoma as atividades leves em poucos dias. Os prazos do seu caso são estimados na avaliação, depois da radiografia.

O que posso comer depois de extrair o siso?

Nas primeiras horas, alimentos frios ou mornos e macios — sopas frias, purês, iogurte, sorvete —, mastigando do lado oposto. Evite alimentos quentes, duros, com sementes ou grãos, bebida alcoólica e o canudo, que faz sucção sobre a ferida. A alimentação volta ao normal aos poucos, conforme o conforto, e as orientações por escrito detalham cada fase.

Preciso tirar os quatro sisos de uma vez?

Não necessariamente. Em algumas situações é possível planejar a remoção dos quatro em uma sessão, o que concentra a recuperação em um período só; em outras, o plano é por lados ou por arcada, para que você mastigue de um lado enquanto o outro cicatriza. A decisão considera a posição dos dentes, a sua saúde geral, a modalidade de anestesia e a sua rotina de trabalho ou estudo.

Siso incluso, que nem nasceu, também precisa ser extraído?

Depende do que a imagem mostra. Um siso incluso pode ficar parado por anos sem causar nada, e nesse caso é acompanhado com radiografias periódicas. A remoção é indicada quando há cisto associado, reabsorção da raiz do dente vizinho, infecções de repetição, cárie no dente ao lado ou uma etapa de tratamento — ortodontia, prótese, implante — que depende dele. A avaliação com exame de imagem é o que responde a essa pergunta.

A clínica atende por plano odontológico?

O atendimento na Aniceto é particular. O plano de tratamento e as condições são apresentados por escrito na própria avaliação, antes de qualquer etapa; a recepção esclarece o que for preciso pelo telefone ou pelo WhatsApp.

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